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Heráldica |
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Ordenação
heráldica do brasão e bandeira
Publicada no Diário da
República III Série de
06/11/1997 |
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Armas -
Escudo de prata, uma torre sineira coberta de
prata, iluminada e aberta de vermelho, encimada
por uma cruz de negro, dois pinheiros arrancados
de verde e uma fonte de azul, todos postos em
pala e alinhados em cruz. Coroa mural de prata
de quatro torres. Listel branco com a legenda a
negro, em maiúsculas : “ VIDAGO “. |
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Bandeira para
hastear em edifícios (2x3) |
Estandarte para
cerimónias e cortejos (1x1) |
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É com
base num trabalho realizado em 25 de Abril de 2002,
pelo padre Mateus e Dra. Zélia Valoura, que se pode
inferir que Vidago fazia parte da paróquia medieval
de Santa Maria de Moreiras, uma vez que só foi
desmembrado da freguesia de Arcossó em 1925. A
antiga freguesia de Moreiras era reitoria da
apresentação da Casa de Bragança e Comenda da Ordem
de Cristo, da Casa de Cadaval, no termo de Chaves.
A lei nº
1803 de 20 de Junho de 1925 desanexou da freguesia
de Arcossó as povoações de Vidago, constituindo-o
como freguesia e elevando-o posteriormente á
categoria de Vila.
No entanto, só em 15
de Outubro de 1990, a Assembleia de Freguesia
aprovou o primeiro símbolo da autarquia - o Brasão -
idealizado pela arquitecta Maria Irene Soares
Ferreira Silva, do Porto, mediante instruções
previamente fornecidas pela Junta de Freguesia.
Nesta altura, a Comissão de Heráldica da Associação
dos Arqueólogos Portugueses não estava em exercício
de funções, pelo que não foi possível a legalização
do símbolo.
Com a publicação da
lei nº 53/91 de 7 de Agosto e já em 1996, a Junta de
Freguesia reuniu os documentos necessários e envidou
todos os esforços junta daquela comissão no sentido
de que fosse emitido um parecer favorável, que se
constituiria como documento essencial para a
legalização das armas da Vila. Porém, e uma vez que
o símbolo não reunia todas as condições exigidas
pela legislação em vigor, foi necessário proceder a
algumas alterações, da responsabilidade da empresa Tecnofiscal, de Arrentela, concelho do Seixal.
Efectuadas as correcções necessárias, surge a versão
definitiva do símbolo da Vila, que viria a merecer o
parecer favorável da comissão responsável pela sua
emissão.
O parecer e o
respectivo símbolo foram publicados no Diário da
Republica, III Serie, nº 257, de 6 de Novembro de
1997 e registados na Direcção Geral da Administração
Autárquica, em 11 de Dezembro de 1197
Atentemos que o
parecer, "Brasão: escudo de prata, uma torre sineira
de prata, iluminada e aberta de vermelho, encimada
por uma cruz de negro, dois pinheiros arrancados de
verde e uma fonte azul, todos postos em pala e
alinhados em cruz. Coroa mural de prata de quatro
torres. Listel Branco, com legenda a negro: VIDAGO:
Bandeira: esquartelada de negro e branco. Cordão e
borlas de prata e negro. Haste e lança de ouro:
Selo: nos termos da lei, com a legenda: "Junta de
Freguesia de Vidago - Chaves".
Deste
modo, a Junta de Freguesia orgulha-se de apresentar,
nos documentos oficiais e em todos os lugares
permitidos por lei, esses símbolos
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